Caros acadêmicos,

Este é o material (clique aqui)sobre o qual conversamos em sala. Lembrem-se que o ciclo de vida não restringe-se somente aos produtos, mas também abrange outras situações.

Vimos que toda empresa tem seu ciclo de vida determinado pelo momento em que vive e é necessário especial atenção dos gestores para mantê-la sempre com a característica de agilidade, inovação e adaptação que possui uma empresa pioneira.

Bons estudos!

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Olá empreendedores,

Matéria publicada na HSM sobre uma nova maneira de visualizar os segmentos de mercado, através de um estudo da Valor Consultoria.

Esta nova visão foi obtida pela leitura diferenciada do PNAD, POF e PME (pesquisas realizadas pelo IBGE) e mostra uma nova foto das pessoas com mais de 18 anos.

Será de grande utilidade para suas monografias.

Para ler a metéria completa clique aqui.

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Caros acadêmicos de Qualidade e Produtividade,

Segue o material (clique aqui) com os tópicos do encontro que tivemos sobre brainstorming.

Bons estudos!

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Caros empreendedores, segue o arquivo (clique aqui) sobre os riscos de se tornar um empreendedor, cujo tema já debatemos em sala.

Bons estudos!

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Caros empreendedores, segue o link (aqui) para o tema que trabalhamos em sala no início do mês.

Bons estudos.

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Olhem só que notícia! A taxa dos juros já caiu para o consumidor a níveis módicos como eram antes da crise...

- Cheque especial: só 166,7% ao ano

- Crédito pessoal: apenas 54,5% ao ano

Como se vê, uma verdadeira "pechincha".

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Taxa do cheque especial cai em fevereiro e volta aos níveis pré-crise

EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u540866.shtml

Atualizado às 12h10.

Os juros bancários recuaram em fevereiro pelo terceiro mês consecutivo, de acordo com o relatório de crédito do Banco Central divulgado nesta quinta-feira (26). A taxa de inadimplência, porém, continua no nível mais alto desde 2002.

Uma das maiores quedas foi registrada na taxa do cheque especial, que passou de 172% ao ano em janeiro para 166,7% ao ano no mês passado. É o menor juro nessa modalidade desde agosto, mês que antecedeu a alta das taxas provocada pela crise internacional de crédito.

A taxa média geral, incluindo pessoa física e jurídica em todas as modalidades pesquisadas pelo BC, caiu de 42,4% para 41,3% ao ano. É menor taxa desde setembro, quando estava em 40,4% ao ano.

Para o consumidor, os juros recuaram mais, de 55,1% para 52,7% ao ano, melhor resultado desde agosto. Para as empresas, os juros caíram de 31% para 30,8% ao ano (menor desde setembro).

Houve queda nos juros ao consumidor em todas as modalidades verificadas pelo BC. Além do cheque especial, o crédito pessoal caiu de 56,5% para 54,5% ao ano. Aquisição de veículos passou de 34,7% para 31,8% ao ano.

O prazo médio dos empréstimos para pessoas físicas chegou a 498 dias, valor recorde da série do BC (iniciada em 1991).

"Spread"

Parte da queda nos juros se deve à redução do "spread" bancário, a diferença entre a taxa de captação dos bancos e os juros cobrados nos empréstimos para os clientes. O "spread" caiu de 30,5 pontos percentuais para 29,7 pontos no mês passado. A taxa ainda está acima da registrada em outubro (28,3 p.p.).

Para a pessoa física, caiu de 43,6 pontos percentuais para 41,3 pontos no mês passado. Apenas para as empresas, variou de 18,8 pontos para 18,9 pontos percentuais.

Inadimplência

A inadimplência das pessoas físicas subiu pelo quinto mês consecutivo e passou de 8,2% para 8,3% no mês passado. Trata-se da taxa mais alta desde junho de 2002 (8,34%).

No mesmo período, a taxa para pessoa jurídica passou de 2% para 2,3%. A taxa geral (PF mais PJ) passou de 4,6% para 4,8%, a maior desde março de 2007 (4,9%).

No caso da pessoa física, a inadimplência ficou estável no cheque especial (10,2%) e no crédito pessoal (5,7%), mas registrou alta na aquisição de veículos (de 4,6% para 4,8%, o valor mais alto da série histórica do BC, iniciada em 1991) e de bens (13,8% para 14%).

Crédito

Já o estoque de crédito na economia cresceu 0,1% no mês passado. Para as empresas, esse indicador mostrou retração de 1,6%. Para pessoa física, subiu 1,2%.

Com isso, o volume de dinheiro emprestado hoje chegou ao valor, novamente recorde, de R$ 1,23 trilhão. Isso representa um aumento de 28,3% nos últimos 12 meses.

O volume de crédito também foi recorde na comparação com o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas), passando de 41,5% em janeiro (dado revisado) para 41,6% no mês passado.

A previsão do BC é de um crescimento de 16% no crédito neste ano. Com isso, o indicador alcançaria o patamar de 43% do PIB.

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Revista IstoÉ Dinheiro - Investimento - Malha, porquinho!

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/598/artigo129114-1.htm
Por que o governo quer fazer a poupança, que atraía recursos de outros investimentos, ficar mais magra.
MÁRCIO KROEHN

ARTE: EVANDRO RODRIGUES

O PRESIDENTE LULA alertou de Nova York: o porquinho terá que fazer, urgentemente, uma dieta. Desde a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, há duas semanas, de reduzir a taxa Selic em 1,5 ponto percentual, os investidores começaram a fazer contas. E perceberam que a poupança está ficando mais atrativa que suas concorrentes que têm um nível maior de risco, como os fundos de renda fixa e os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). Com a Selic a 11,25% ao ano, os investimentos atrelados a ela podem ter um rendimento real menor que o da poupança quando se desconta o Imposto de Renda, o IOF e as taxas de administração, que variam de 0,5% a 2,5%, dependendo da instituição financeira. A vantagem da poupança é entregar uma rentabilidade limpinha para o poupador, sem a incidência de tributos. Além disso, o porquinho está dentro do fundo garantidor de crédito, que devolve até R$ 60 mil depositados em cada instituição financeira por CPF em caso de insolvência. Antes que aconteça uma corrida pelos depósitos na caderneta, o governo estuda alterar os cálculos de rentabilidade, o que deve acontecer até o próximo encontro do Copom, no final de abril.

Hoje a rentabilidade da poupança é calculada pela taxa referencial (TR), um indexador que garante em média 0,5% ao mês, mais 6% ao ano. "A TR é um mix de indicadores que faz com razoável competência a reposição da inflação", diz Mauro Calil, professor do Centro de Estudos Calil & Calil. É ela que deve ser alterada nessa nova discussão. Mas o poupador pode ficar sossegado: a alteração no indicador sempre buscará uma média que garanta um retorno igual ou melhor que a inflação para o pequeno investidor. "A metodologia vai ter que se adaptar a essa nova realidade da taxa de juro", afirma Alcides Leite, especialista em mercado financeiro da Trevisan Escola de Negócios.

Por outro lado, o perigo em se ter uma poupança mais atrativa que outros investimentos é o desequilíbrio que pode ocorrer no sistema financeiro. Grandes investidores pagam impostos quando aplicam em fundos ou CDBs. Além disso, são eles que compram títulos públicos e ajudam a financiar a dívida do governo federal.

A decisão de baixar a taxa Selic para 11,25% ao ano fez a
caderneta render mais que a renda fixa

E, como o dinheiro da poupança tem que ser utilizado exclusivamente para o crédito habitacional, o excesso de recursos sem que haja procura por empréstimos pode obrigar os bancos a enviá-los para o Banco Central na forma de depósito compulsório. Já os CDBs, investimento que está em alta desde o ano passado, podem ser utilizados para outros tipos de financiamento. "Pode haver uma menor quantidade de recursos para a economia e um excesso para a habitação", alerta Calil.

O investidor deve, neste momento, fazer uma troca do seu investimento? A sugestão dos especialistas é esperar. "A poupança vai sofrer uma redução, mas, para volumes pequenos de aplicação, ela vale a pena", diz Leite. Como deve acontecer uma correção em pouco tempo, o pagamento das taxas para sair de uma aplicação pode não compensar a mudança para a poupança. O importante neste momento é avaliar onde investir. "A poupança é mais atrativa que a renda fixa ou o CDB para quem precisar do dinheiro em menos de três meses", afirma Calil. Mesmo para aqueles que hoje estão na poupança e estão pensando em horizontes longos, a sugestão é aguardar. CDBs que paguem menos de 97% do CDI podem não valer a pena. A sugestão é pedir a ajuda do gerente da agência para calcular o retorno de cada um.

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Por Prof. Elson

Taí uma boa análise a ser feita... vocês investiriam em qual aplicação: Poupança - que rende TR + 6% aa - ou Renda Fixa - que paga 97% do CDI e tem incidência de imposto de renda e IOF?

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No blog do físico Clemente Nóbrega (clique aqui) há um excelente artigo sobre como a produtividade pode ter sido a chave para a sobrevivência da espécie humana.

Leiam o artigo e façam uma correlação entre a realidade das empresas que vocês conhecem e as consequencias que a produtividade pode ter para a sobrevivência delas, principalmente nos tempos de crise, como os atuais.

Insight 1: Pelas leis de Darwin só os seres com facilidade de adaptação são aptos a sobreviverem.

Insight 2: Segundo Einstein, se quisermos um resultado diferente não podemos fazer as coisas do mesmo jeito.

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REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS - 10/02/09

O paulistano Fernando Von Zuben desatou um dos nós da reciclagem ao criar uma tecnologia que separa o alumínio do plástico nas embalagens Tetra Pak. Isso permite que todos os componentes das caixinhas voltem à cadeia como matéria-prima. agora, a solução verde brasileira vai ser exportada

por Aline Ribeiro

De dentro de seu Audi A3, em uma estrada a caminho de Piracicaba, interior de São Paulo, o engenheiro químico Fernando von Zuben tira as mãos do volante, leva-as à cabeça e solta um palavrão. Diretor de desenvolvimento ambiental da Tetra Pak, empresa líder no processamento e envase de alimentos, com faturamento global de 8,7 bilhões de euros, Von Zuben está irritado com o motorista do carro da frente, que acaba de jogar pela janela, sem o menor constrangimento, uma latinha de alumínio. Neto de suíços, Von Zuben herdou dos avós a fixação por cuidar do planeta. Ele leva ao trabalho a personalidade forte e as crenças pessoais, atributos que o impulsionam a criar soluções amigáveis ao meio ambiente. Foi com essa disposição e um jeito de cientista maluco que esse paulistano de 50 anos se tornou o responsável por uma inovação que resolveu um dos grandes nós da Tetra Pak no mundo: a separação total do alumínio e do plástico contidos nas embalagens longa vida, antes um pesadelo para a reciclagem.
Janeiro de 2009 pode ser considerado o marco para a invenção de Von Zuben. A fábrica de separação dos materiais, em funcionamento desde 2005, passou da fase de testes e atingiu fôlego industrial. “A partir deste ano, já podemos replicar o sistema na Europa”, afirma Paulo Nigro, presidente da Tetra Pak no Brasil e entusiasta da ideia. “As conversas com a Bélgica já estão avançadas.” A tecnologia desenvolvida permitiu à empresa devolver para a origem da cadeia produtiva, em forma de matéria-prima, cada um dos materiais que compõem a embalagem, solução considerada o auge da eficiência ambiental e financeira. Antes era possível isolar das caixinhas só o papel, mantendo o alumínio e o plástico unidos.
Quando passou a integrar os quadros da Tetra Pak, em 1995, Von Zuben viu-se diante de um desafio: o que fazer com as milhares de embalagens pós-consumo despejadas no lixo. A cada ano, a produção de caixinhas para o envase de leite, molho de tomate, sucos e iogurtes cresce a uma média de 5% no Brasil.
Mandar esse material para aterros sanitários já não era uma saída natural aos olhos da companhia. Mas a reciclagem total necessitava de alguns ajustes. E foi aí que entrou o engenheiro. Naquela época, o preço pago pela tonelada de embalagem Tetra Pak era só 20% do valor do papelão ondulado. Não interessava aos recicladores, portanto, separar as caixinhas para vendê-las.
A solução era agregar valor às sobras das embalagens e fortalecer a cadeia produtiva. Uma tecnologia para separar os materiais seria vista como uma solução criativa e funcional, pois o alumínio e o plástico que acabavam no lixo passariam a ter valor de mercado. Mas o pulo-do-gato não ocorreu da noite para o dia. Até obter a fórmula inovadora, Von Zuben quebrou a cabeça durante sete anos. Pediu ajuda a cientistas russos e firmou parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo.
Depois de várias tentativas (e muitos erros), chegou à tecnologia a plasma, inédita no mundo, que revolucionou o modelo atual de reciclagem ao separar os três componentes da caixinha. A engenhoca high-tech foi desenvolvida em parceria com a produtora de alumínio Alcoa, com a fabricante de papéis Klabin e com a empresa especializada em serviços ambientais TSL Ambiental. Custou R$ 60 milhões no total, R$ 7 milhões investidos pela Tetra Pak.
Alguns meses de estudos levaram Von Zuben a um artigo científico sobre o plasma, escrito pelo professor Roberto Szente, do IPT, a quem pediu ajuda. Os dois testaram o sistema por três anos – de 1996 a 1999 – até chegarem aos primeiros resultados concretos. Detalhe: Von Zuben jamais falou sobre suas pesquisas ao então presidente da Tetra Pak, Nelson Findeiss. Na empresa, pouca gente sabia das intenções do engenheiro. “A gente tem de mostrar o resultado pronto. Principalmente para o presidente, que não tem tempo para ficar ouvindo detalhes sobre todo o processo. Se fosse conversar com ele no início, quando tínhamos mais problemas do que resultados, certamente ele ia me pedir para abandonar a ideia”, diz Von Zuben. Experimente perguntar se, em algum momento, ele teve receio de ser repreendido e a resposta vem em tom enfático: “O máximo que podia acontecer era perder meu emprego”.

Ilustração Diego Loza

INOVAÇÂO SEMPRE






Criações inéditas como essa só são possíveis em empresas com cultura ancorada na busca incessante pela inovação. Experimentar novos produtos, tecnologias ou processos demanda investimentos financeiros, em pessoal e, acima de tudo, tempo e persistência. Quando conseguiu ter em mãos o alumínio em pó resultante do processo de separação a plasma, Von Zuben bateu na porta do chefe e apresentou a surpresa. Foi recebido com um palavrão e uma pergunta: “É sério? Isso aí é o alumínio da embalagem?”, disse Findeiss. O engenheiro respondeu que sim e o presidente da Tetra Pak comprou imediatamente sua ideia.
Os problemas resultantes de um processo de inovação não parecem novidade para a Tetra Pak, que nasceu de um simples insight. Em meados de 1951, o sueco Ruben Rausing, à época estudante da Universidade de Harvard, conheceu as lojas de autosserviço americanas e vislumbrou que elas logo se espalhariam pela Europa. Os alimentos, até então, eram vendidos a granel e Rausing percebeu a necessidade da criação de embalagens para acondicionar os produtos. O primeiro item a ser envasado pela nova empresa foi o creme de leite. Três anos depois, passou a embalar também o leite pasteurizado. A embalagem tipo longa vida foi criada anos depois, em 1961. Composta de seis camadas finas (75% papel, 20% polietileno e 5% alumínio), é asséptica e mantém as características originais do produto sem a necessidade de conservantes e refrigeração. O nome Tetra Pak foi escolhido quando a primeira embalagem estava sendo desenvolvida, por se parecer muito com a figura geométrica tetraedro. Tetra é quatro em grego e Pak, uma abreviação de embalagem (packaging ou package, em inglês).
O Brasil é hoje o segundo maior mercado da Tetra Pak em volume de vendas e segue à risca a necessidade de inovação. Da subsidiária brasileira já saíram muitas soluções replicadas em outros países. É o caso da embalagem de 80 ml, usada para acondicionar o leite fermentado, presente no portfólio mundial da companhia. “Todo mundo duvidou que a gente iria conseguir dobrar tanto a embalagem”, diz o presidente Paulo Nigro, referindo-se ao tamanho reduzido da caixinha, uma das menores da empresa.

Também na vanguarda ambiental, a filial brasileira foi a primeira do grupo a ter 100% das embalagens certificadas com o selo do Forest Stewardship Council (FSC), organização que atesta o manejo responsável de florestas e aponta que a origem do papel usado nas embalagens é sustentável.
A Tetra Pak também exporta talentos. Hoje são 60 os funcionários expatriados, que ocupam cargos executivos em diversos países. Em 1999, Von Zuben foi um deles. Informada do trabalho que o engenheiro desenvolvia por aqui – principalmente pelos estudos com a tecnologia a plasma –, a matriz o convocou para ser o número 1 da área de meio ambiente no mundo. “Eles olharam os mercados e acharam que eu poderia contribuir com alguma coisa”, afirma Von Zuben, em tom modesto. Sua missão era desenvolver fábricas de reciclagem em diversos lugares, principalmente na África, na Ásia e no Leste Europeu. Von Zuben tem uma bela trajetória ambiental, parte disso porque começou quando poucos falavam sobre sustentabilidade. Formado em engenharia química pela Universidade de Campinas (Unicamp) em 1982, começou a trabalhar com meio ambiente na Monsanto, multinacional do setor agrícola. Fez mestrado em tratamento de efluentes e passou pela Shell Química e pela Nestlé, até chegar à Tetra Pak.
“Ninguém queria saber dessa área na época, e fui absorvendo uma série de conhecimentos que mais tarde se tornaram uma vantagem competitiva”, diz Von Zuben. O interesse por meio ambiente começou cedo. Von Zuben nasceu e cresceu em um sítio em Valinhos, no interior de São Paulo, filho de lavradores suíços que imigraram em busca de terra e trabalho. “Meus pais sempre falaram de meio ambiente, mas não de uma forma sistemática. Era natural. Nos ensinavam a plantar – nunca derrubar – árvores, a não matar bicho.”

Viver do lixo

“Há cinco anos, eu estava debaixo de uma ponte, com mais dez ou 15 mendigos. Hoje estou num escritório ajudando a melhorar o trabalho de mais de 100 pessoas.” Assim Sérgio Luís Longo, 42 anos, mais de 20 deles vividos na rua, resume a transformação pela qual passou sua vida desde que começou a viver do lixo. Longo envolveu-se com drogas na adolescência e perdeu a família e a casa. Em 2003, virou catador de material reciclável e hoje coordena a Coopere, uma cooperativa de reciclagem em São Paulo. Interessada em promover a separação e a venda de embalagens longa vida, a Tetra Pak procurou a cooperativa há cinco anos. Com o tempo, Longo tornou-se uma espécie de braço direito da empresa na Coopere. A convite da companhia, viajou (de avião, quando pôde realizar um sonho antigo) a algumas cidades do Brasil para contar sua experiência e sensibilizar as pessoas para a reciclagem. “Eu era lixo. Agora, vivo dele”, costuma dizer. Segundo Longo, diversas empresas procuram a cooperativa para firmar parcerias. A diferença da Tetra Pak, diz, é que a companhia realmente acreditou no trabalho dos catadores. “Eles levaram a sério o que a gente faz. Como sabemos que estão preocupados, damos o melhor”, afirma.

Na matriz da Tetra Pak, na Suécia, Von Zuben trabalhou por três anos, até receber uma ligação que o intimava a voltar. A chamada era do então presidente, Nelson Findeiss. O engenheiro não teve escolha. Sua tarefa: tirar do papel a tecnologia a plasma, criada antes de ir para a Suécia, mas nunca implementada. Hoje, a área de atuação de sua diretoria contempla atividades como promoção de educação ambiental em escolas, organização de projetos de coleta seletiva, desenvolvimento de tecnologias para melhorar a reciclagem e muitas outras. O fio condutor é o equilíbrio socioambiental.
A tecnologia a plasma desenvolvida por Von Zuben para separar os materiais não é complicada. Dentro de um grande forno, o calor é gerado com o que se chama na física de plasma, o quarto estado da matéria, obtido quando um jato do gás argônio passa através de um feixe elétrico. É uma espécie de reator de energia a uma temperatura de 15 mil graus Celsius, mais quente do que a superfície do Sol. A separação é total e as substâncias podem, então, ser reutilizadas. Como o processo é feito sem oxigênio, o plástico não queima e sai do conjunto de tubulações na forma de parafina líquida, pronta para ser revendida a várias indústrias – pode virar de cosmético a placas de MDF.

Vassouras recicladas

Rodinhos, escovas e vassouras feitas com sobras de material que iriam para o lixo. É assim que vive a Polares Industrial, uma fábrica em Piracicaba (SP) dedicada à produção de utensílios de limpeza com matéria-prima 100% reciclada. As cerdas de vassouras vêm de restos de garrafas PET. A base é feita de caixinhas longa vida. No mercado desde 1987, a Polares sempre usou material de coleta seletiva ou de sucata das mais variadas indústrias. Há dez anos, foi procurada pela Tetra Pak e descobriu uma nova matéria-prima. Hoje, 40% da sua produção de 250 mil peças por mês leva na composição embalagens Tetra Pak. Célio Sanches, herdeiro da fábrica, afirma que, ao usar resíduos de longa vida, a Polares economiza 20% na compra de material. Os utensílios de limpeza são feitos com os chamados pellets, espécie de grãos de alumínio e plástico produzidos com as caixinhas. Um dos inconvenientes é a escassez de oferta. Poucas empresas fornecem os grãos e só a Polares compra entre 12 e 15 toneladas ao mês. “Mas a tendência é que a produção aumente no próximo ano”, diz Sanches.

O alumínio derrete e é moldado em lingotes de 25 quilos, que seguem direto para a linha de produção da Alcoa, líder de mercado nesse segmento. Pode ainda sair em pó e ser vendido para a indústria de tintas automobilísticas. A fábrica de plasma fica estrategicamente localizada em Piracicaba, a 150 quilômetros de São Paulo. Ao lado está a Klabin, que retira o papel das embalagens que chegam das cooperativas de reciclagem e manda as sobras do material para a fábrica vizinha.
A tecnologia é de propriedade da TSL Ambiental, que investiu R$ 20 milhões para construir a planta para a separação do alumínio e do plástico. As emissões de gases no processo são praticamente nulas. Nem na matriz da Tetra Pak existe algo parecido. Lá, os restos das caixinhas viram vapor e energia elétrica. Em países como Estados Unidos e Espanha, vão direto para aterros sanitários. No Brasil, a intenção da Tetra Pak é viabilizar a construção de outra fábrica de separação a plasma, desta vez em Santa Catarina, daqui a dois ou três anos.
Além da solução a plasma, Von Zuben colocou uma série de ideias em prática para promover a reciclagem e aumentar o valor pago pela tonelada de embalagens longa vida. O primeiro passo foi o desenvolvimento do pellet, uma espécie de grão feito de alumínio e plástico com o qual é possível fabricar de telhas e vassouras a vasos e canetas esferográficas. Depois de criar novas aplicações para a embalagem, ficou mais fácil convencer os fabricantes a utilizar o material e os recicladores a juntar as caixinhas. Com isso, o valor da tonelada subiu. Há sete anos, valia R$ 100. No ano passado, estava cotada a R$ 350. Resultado: entre 2002 e 2008, o volume de embalagens recicladas mais do que dobrou, chegando a 26,6% do total produzido (veja quadro). A meta da Tetra Pak é atingir 40% em 2010. A empresa não tem ganhos financeiros diretos com a reutilização de suas embalagens. A intenção é tornar-se uma mola propulsora da reciclagem e reforçar a imagem de empresa responsável.

Telha ecológica

Telha ecológica_Depois de 22 anos numa mesma companhia, o engenheiro elétrico Sérgio Birocchi, 50 anos, foi demitido e decidiu se tornar empreendedor. Sentado à mesa do café da manhã, teve uma ideia ao observar que a caixa de leite era feita de material nobre, com potencial para virar matéria-prima de outros produtos. Birocchi procurou então a Tetra Pak e descobriu que em outros países os resíduos de embalagens longa vida eram transformados em placas para fazer tapumes, usados na construção. Em 2003, depois de três anos de estudos, Birocchi abriu a Ecofuturo, uma fábrica de chapas e telhas ecológicas feitas com as caixinhas longa vida. “No começo, a procura era pequena”, diz Birocchi. “Hoje, não dou conta das encomendas. Tenho pedidos até abril.” As telhas são feitas com uma mistura de alumínio e plástico, sobra da primeira etapa do processo de reciclagem, que é a retirada do papel. Cada telha contém 1.860 embalagens de 1 litro e parece ter mesmo caído no gosto dos clientes. Birocchi produzia, em 2004, 500 peças por mês. Hoje faz 2 mil, com faturamento de R$ 490 mil anuais. No ano passado, diversi ficou. Abriu a Casa Cão e começou a fazer casinhas de cachorro, gaiolas, vasos e outros produtos usando as chapas de embalagens Tetra Pak.

O montante gerado pela reciclagem no final da cadeia foi de R$ 100 milhões em 2008. Pelos cálculos de Von Zuben, para cada tonelada de plástico e alumínio reciclada cerca de R$ 2 mil deixam de ir para o lixo. Mas os benefícios vão além dos financeiros e ambientais. Ao reciclar, o consumidor está ajudando muitas pessoas a saírem da linha da pobreza. “Nosso objetivo é criar condições para trabalhar a educação ambiental e aumentar o volume de material reciclado”, afirma Paulo Nigro. “Se conseguirmos ter indústrias e mercados para esse material, vamos tirar as embalagens dos lixões, gerar riqueza, inclusão social e trazer gente que hoje vive à margem da sociedade para a dignidade.”
Convencer o consumidor da importância de reciclar é agora o principal desafio da Tetra Pak. Para isso, a matriz desembolsou R$ 7 milhões em 2008 para campanhas de educação. “Mas não dá para mudar atitudes com uma campanha limitada no tempo. Tem de ser consistente, num período de dois ou três anos”, diz Nigro. A batalha da Tetra Pak está só começando. Mas Von Zuben já fez a sua parte, embora esteja longe de encarar sua missão como terminada. “Para convencer o consumidor, não basta informá-lo e educá-lo. Preciso fazer com que ele entenda que a reciclagem muda vidas e ajuda o planeta. Esse é hoje o meu desafio”, afirma.

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Olá pessoal,

Terminamos nossa conversa na sexta-feira mencionando que nosso modelo de política monetária está ancorado no regime de metas de inflação. Esse regime já comemorou 10 anos e desde que ele foi implantado gerou muita controvérsia - uns amando outros odiando.

Na revista Exame ed. 0936 de 11/02/09 (clique aqui) há uma entrevista com o Henrique Meirelles (atual presidente do Bacen) e o Arminio Fraga (antecessor) em que eles dão sua opinião sobre as metas de inflação. Imprimar a entrevista e levem para nosso encontro de quinta-feira pois conversaremos sobre o tema.

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Fonte: Revista Veja - Ed. 2099 - 11/02/09

Bancos sobem os juros às alturas e dizem que precisam se defender da crise, mas o governo considera os aumentos injustificáveis e promete usar as suas armas para combater os abusos

Ed Ferreira/AE

CONTRA-ATAQUE
Meirelles, presidente do Banco Central: as instituições financeiras exageraram na dose dos juros

A indústria brasileira simplesmente parou no fim de 2008. Segundo o IBGE, a produção das fábricas amargou uma queda de 12,4% em dezembro, a maior retração desde que a pesquisa começou a ser feita, em 1991. Chegou ao fim, dessa maneira, um período de três anos seguidos de aumento na atividade das empresas. Nesse cenário, as estimativas mais recentes dão conta de que o país crescerá menos de 2% neste ano. O coração da freada está no encarecimento do crédito interno, contaminado pelo aprofundamento da crise financeira internacional. Os juros subiram, os prazos encurtaram e os bancos passaram a exigir mais garantias para conceder novos empréstimos. Para reverter a falta de recursos, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros (a Selic) e tem implementado uma série de medidas na tentativa de destravar as linhas de financiamento. Ainda assim, no entanto, as empresas continuam a encontrar dificuldades para se financiar, e, apesar da ação do BC, os juros subiram. Os bancos agora estão sob o bombardeio pesado do governo, que estuda novas maneiras de forçar uma redução do custo do dinheiro.

Os números são evidentes: a taxa média de juros cobrados pelos bancos subiu de 37% para 43% no último ano. Constantemente criticado por aqueles que defendem uma queda irresponsável da Selic, o presidente do BC, Henrique Meirelles, desta vez passou a bola: afirmou que a culpa pela alta nos juros deveria ser buscada nos bancos, que subiram excessivamente seus spreads. Na linguagem das finanças, recheada por termos em inglês, spread (pronuncia-se spréd) representa a diferença entre os juros que os bancos pagam para captar dinheiro no mercado (em geral, próximos da Selic) e as taxas que eles efetivamente cobram de seus clientes. Se o banco, por exemplo, toma dinheiro emprestado a 13% ao ano e o repassa cobrando 43%, o spread é de 30% (veja o quadro). Essa sobretaxa é cobrada pelas instituições financeiras para cobrir seus custos e também para auferir seus lucros, mas nela estão embutidas ainda a tributação e a inadimplência. Colocados contra a parede, os bancos argumentam que tiveram de subir suas margens de segurança por causa, principalmente, do aumento do risco de enfrentar uma onda de calotes. Já o governo considera a alta exagerada e inadmissível.

Alberto César Araújo/Folha Imagem

A CRISE CHEGOU
Fábrica de televisores em Manaus: 10 000 empregos perdidos na Zona Franca

A discussão em torno do assunto esquentou ainda mais depois que o BC decidiu divulgar, em seu site, as taxas cobradas em cada um dos bancos. Ficaram em maus lençóis a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. A ideia do governo é utilizar as instituições públicas para aumentar a competição e incentivar a queda dos juros bancários. Mas, segundo a pesquisa do BC, a Caixa e o BB possuem, na maioria de suas linhas, taxas tão elevadas quanto aquelas cobradas pelo setor privado. Nas últimas duas semanas, os presidentes da Caixa e do Banco do Brasil têm sido chamados com frequência para participar de reuniões no Planalto, onde são cobrados duramente pela elevação de suas taxas. A Caixa, um banco 100% estatal e sem acionistas privados, já acatou a orientação do governo e anunciou uma redução dos juros. O Banco do Brasil, que possui cerca de 22% de suas ações negociadas na bolsa de valores, também cedeu, mas resiste em ser usado como instrumento político. A direção do BB argumenta que, diante do agravamento da retração econômica, não pode correr riscos em demasia ao preço de penalizar seus investidores. "Não podemos comprometer nossa rentabilidade", afirmou um executivo do banco.

As instituições privadas, por sua vez, dizem que precisam proteger o seu capital diante da ampliação das incertezas na economia. O economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg, lembrou que o spread bancário vinha em trajetória de queda, por uma conjunção auspiciosa de fatores, entre eles o acesso a capital barato e abundante no exterior e a estabilidade macroeconômica interna. Mas, depois da bancarrota do banco americano Lehman Brothers, em setembro do ano passado, o dinheiro externo sumiu, o ambiente se deteriorou e as instituições brasileiras optaram por uma posição defensiva, jogando os spreads nas alturas – e tornando os financiamentos bem mais caros. Afirma Sardenberg: "Essa reação ocorre porque um banco não trabalha apenas com o presente. Ele tem de olhar o futuro, e, ao avaliar o noticiário, vê-se que existe uma possibilidade não desprezível de que a economia vá piorar. É natural que as instituições assumam uma atitude de maior prudência". Ou, como já disse o próprio presidente Lula, é melhor que o país tenha bancos rentáveis do que quebrados.

A discussão recente em torno do aumento dos spreads, no entanto, ignora uma questão de fundo: ainda antes da crise, o Brasil seguia como dono de juros bancários exorbitantes mesmo para um país em desenvolvimento. O dinheiro, aqui, custa caro. Um levantamento do Banco Mundial, relativo a 2007, dava conta de que a taxa anual na linha de empréstimo pessoal no país, então de 44%, era uma das maiores do mundo, atrás apenas de países como o Zimbábue e o Haiti. Na comparação com alguns pares latino-americanos, a diferença chega a ser constrangedora: no Chile, as taxas eram de 9% e, no México, de 8%. De acordo com os especialistas, para que o Brasil caminhe na direção de ter juros bancários normais, precisará criar as condições para diminuir a taxa básica de juros (sobretudo aprofundando o equilíbrio nas contas públicas) e também para reduzir os spreads.

Um bom começo, no sentido de reduzir os juros na ponta do tomador, seria fazer com que os bons pagadores deixem de pagar pela imprevidência dos caloteiros. Por isso, na avaliação do presidente da firma de análise de crédito Serasa Experian, Francisco Valim, seria necessário implantar no país, quanto antes, o chamado "cadastro positivo" – sistema de compartilhamento de informações bancárias entre as instituições, para que elas conheçam o histórico financeiro das pessoas e das empresas. Segundo Valim, esse cadastro reduziria a inadimplência e incentivaria a competição entre os bancos para atrair os bons clientes. "Isso acabaria com a socialização da inadimplência. Hoje, todos são considerados inadimplentes a priori. Todos pagam caro, em vez de só o mau pagador", afirma Valim.

Uma outra discrepância brasileira, quando o assunto são juros bancários, está na pesada carga tributária que incide sobre os financiamentos, algo sem paralelo entre as principais economias do mundo. Reduzir os impostos teria um efeito instantâneo na redução do custo do dinheiro. Mas isso, claro, significaria perder arrecadação, algo de que o governo não quer nem ouvir falar. O economista Márcio Nakane, coordenador técnico da Tendências Consultoria e estudioso do assunto, chama atenção para outro avanço necessário: a redução dos subsídios nas linhas do crédito direcionado, como a que beneficia o setor rural. "O problema não é haver crédito direcionado, mas, sim, o fato de as taxas serem fixadas pelo governo. Em geral, são alíquotas baixas para linhas de risco elevado", afirma Nakane. A lógica aqui é a seguinte: como os bancos perdem dinheiro naquelas linhas em que os juros são tabelados, precisam cobrar mais caro nas outras modalidades de crédito. Quem não goza das benesses de ter acesso a dinheiro subsidiado (ou seja, a maioria absoluta das pessoas e das empresas) acaba pagando caro pelo benefício de poucos.

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Caros, a revista Veja ed. 2100 de 18/02/09 (clique aqui) traçou um perfil do jovem brasileiro.

Como esse jovem já é consumidor hoje (e forte) e também será esse jovem o condutor das mudanças no mercado (muitos de vocês incluem-se nesta turma), que opinião vocês têm sobre os resultados desta pesquisa... os jovens são mesmo assim? Essas relações farão com que se fechem num único grupo? E os mais velhos, serão cada vez mais relegados a segundo plano?

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Caros acadêmicos de Estágio Supervisionado e Qualidade & Produtividade.

Recebi um artigo da HSM Management (clique aqui) em que o autor chama a atenção para a questão da Inovação. Na sua visão, inovar sempre não pode ser confundido com inovar com planejamento. E agora! Preciso planejar a inovação?

O mais importante para nós é nos livrarmos do medo do erro, é ele que torna nosso processo criativo (motor da inovação) amalgamado, preso, sem inspiração.

Conrcordo com o autor de que é fundamental avaliarmos sempre se o que estamos inovando não é redundante, pois o objetivo maior da invação é criar valor para o cliente, afinal de contas, precisamos que nossas inovações sejam aceitas pelo mercado, desta forma, supriremos a necessidade desse nosso cliente.

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Olá Acadêmicos da disciplina de Mercado Financeiro.

Este é o trabalho para o 1º bimestre que vocês deverão entregar no dia da prova (17/04/09). Para baixar o arquivo clique aqui.

O tema é muito bom para entendermos o desdobramento desses números no nosso dia-a-dia pois eles refletem diretamente em vários setores de atividade.

Bom trabalho.

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Caros acadêmicos,

Vocês deverão preparar para o 1º bimestre um trabalho que já considerará suas estratégias iniciais para a monografia de conclusão de curso.

Baixem o arquivo aqui. Ele contém as informações de como vocês devem conduzir a análise do segmento no qual os negócios que as equipes estão idealizando.

Bom trabalho a todos.

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Caros acadêmicos... um ótimo artigo publicado hoje no portal HSM nos dá a tônica de como enfrentarmos a crise. A lei de Darwin é o pano de fundo para nossas atitudes, afinal, se não nos adaptarmos sucumbiremos... mas como somos seres perfeitamente adaptáveis ao meio (qualquer meio) só há uma possibilidade: sucesso! Boa leitura.

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As atitudes pessimistas e desesperançadas podem aparentar um posicionamento realista. Mas, na verdade, podemos estar limitando a realidade.

Diante da incerteza, da instabilidade e da complexidade, não podemos ter uma atitude derrotista, porque aí, sim, estaremos perdidos de verdade. A atitude pessimista e desesperançada, que, muitas vezes, escolhemos, só tem uma verdadeira origem, ainda que não sejamos conscientes dela: é a ignorância profunda sobre as capacidades, os talentos e as forças que possuímos e que somente são acessíveis, quando temos a coragem de ir além da definição e da imagem que criamos sobre nós mesmos. É surpreendente o fato de que, quando dizemos que estamos simplesmente sendo realistas, o que, na verdade, estamos dizendo é que não estamos enfocando a nós mesmos nos limites da realidade, mas apenas nos limites que nossa própria mente define.

Da mesma maneira que inúmeras espécies tiveram que adaptar-se em momentos de crise, reinventando-se, estamos sendo chamados a nos reinventar. Por esse motivo, há partes que temos de deixar morrer, para que outras comecem, primeiro, a nascer e, depois, a desenvolver-se.

Em um momento de nossa história, diante da seca reinante e da desaparição das frutas e das folhas macias, nossa espécie original teve de deixar de pôr toda a sua ênfase em manter um enorme intestino, que lhe permitia digerir e absorver os vegetais, e começar a pôr muito mais ênfase em desenvolver uma parte de sua anatomia, até então pequena, que era seu cérebro. Para fazê-lo, teve de mudar sua dieta e começar a comer carne, cuja digestão precisa de um intestino mais curto. O ser humano se reinventou ao transformar-se de herbívoro em carnívoro.

Os pinguins imperadores vivem na Antártica, que é o lugar mais frio do planeta, com temperaturas que podem superar os 60 graus abaixo de zero. São aves e, portanto, o esperado é que possam voar. Parece que seu mundo natural são os céus e, no entanto, seu mundo natural é a profundidade do mar, onde mergulham para caçar os peixes que os alimentam. Em algum momento de sua história, a natureza lhes impôs umas circunstâncias extraordinariamente duras, com temperaturas tão baixas e com alimentos tão escassos, que eles tiveram que renunciar ao voo como parte de sua identidade anterior e aceitar a necessidade de desenvolver novas capacidades e de aprender outras habilidades. O resultado foi não apenas que sobreviveram a tudo, mas que também cresceram, progrediram e se multiplicaram.

Nós, os seres humanos, temos reações curiosas, porque, não raro, diante das circunstâncias que não nos agradam subjetivamente, em vez de as aceitarmos como um chamado à nossa reinvenção, tentamos ignorá-las, rechaçá-las ou, simplesmente, resignamo-nos e deixamo-nos arrastar como se deixaria levar uma vítima ao matadouro. É uma verdadeira lástima que utilizemos a potência de nosso cérebro para nos afundar, em vez de sairmos fortalecidos. Quando o que queremos é escapar da dor, evitar o sofrimento, nossa mente se posiciona em um lugar completamente diferente do que quando o que nos interessa é crescer e evoluir. Paradoxalmente, é quando focamos o segundo objetivo que nossas possibilidade de sobreviver no novo ambiente se tornam muito maiores.

Einstein disse que é na crise que aflora o melhor de cada um, porque é na crise que nascem a inventividade, as descobertas e as grandes estratégias. Também disse que a criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura, e que a única crise realmente ameaçadora é a tragédia de não querer lutar para superá-la.

Por Mario Alonso Puig (cirurgião geral, membro da New York Academy of Sciences e conferencista especializado em liderança, inovação e gestão de mudanças)

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Pessoal,

Estou me sentindo realmente um ser neandertalense... quando vemos o que a nova geração é capaz de assimilar eu confesso que fico apreensivo. Esse garoto não tem mais que 8 anos e veja a habilidade com o menu interativo do restaurante INAMO que fica em Londres.
Comentem sobre o que as inovações podem agregar aos novos negócios.

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Do Portal Exame (link)

Para as grandes gestoras internacionais que podem aplicar em qualquer lugar do mundo, o Brasil desponta como uma rara oportunidade de investimento - tanto em ações quanto em títulos de empresas e do governo

Por Guilherme Fogaça | 05.03.2009 | 17h24

Germano Lüders; Globos; Libreria

Germano Lüders; Globos; Libreria

Os investidores estrangeiros influenciam diretamente o comportamento da Bolsa de Valores de São Paulo. Eles não são maioria na bolsa - juntos, representam cerca de um terço do movimento diário dos pregões -, mas, como agem em grupo, o impacto de suas decisões no desempenho do mercado é grande. Um exemplo do poder desses investidores ocorreu em fevereiro. Eles começaram o mês comprando mais do que vendendo ações de empresas brasileiras - um movimento que não ocorria desde maio de 2008. Resultado: o Índice Bovespa, que reúne as 66 ações mais negociadas da bolsa, subiu quase 9% em apenas uma semana. Com a piora da crise internacional, porém, o ímpeto dos estrangeiros na bolsa brasileira enfraqueceu - e o Ibovespa fechou o mês em queda de 2,8%. Para saber a opinião desses investidores sobre o Brasil hoje, EXAME ouviu seis representantes de algumas das maiores gestoras de recursos dos Estados Unidos e da Europa. Como era de esperar, eles não concordam em tudo. Alguns acham que já é a hora de aplicar em papéis de empresas ligadas ao setor de commodities, enquanto outros se mostram reticentes. Mas o ponto em comum entre todos é a impressão que o Brasil será um dos países menos afetados pela crise. "O Brasil está muito bem em relação às nações ricas e bem na comparação com outros emergentes", diz Luiz Ribeiro, gestor do HSBC de fundos offshore para a América Latina, responsável por um dos maiores fundos Bric do mundo.

Retorno rápido para o investidor

Quem investe em renda fixa no Japão pode levar até 100 anos para conseguir dobrar o valor do dinheiro investido. Dá para fazer isso no Brasil em apenas seis anos. É com essa comparação que a gestora de recursos inglesa Ashmore mostra a seus clientes o potencial dos investimentos em renda fixa no Brasil. Para Jerome Booth, diretor internacional da Ashmore, a baixa taxa de juro nos Estados Unidos transformou os títulos do governo americano em uma alternativa pouco atraente. Na maior parte dos países desenvolvidos, a situação não é diferente. No Japão e na Europa, as taxas também foram reduzidas a próximo de zero nos últimos meses. Por aqui, a Selic está em 12,75%.

Dos 24,5 bilhões de dólares sob gestão da Ashmore, 15 bilhões estão investidos em títulos de dívida atrelados ao dólar em países emergentes - e a principal fatia é no Brasil. No portfólio, há tanto títulos públicos como privados. "O Brasil já enfrentou problemas de crédito várias vezes, e as empresas brasileiras aprenderam a atuar sem depender do crédito estrangeiro", diz Booth. Para o diretor internacional da Ashmore, a recuperação dos mercados desenvolvidos, imersos em uma crise de solvência do sistema financeiro, será muito mais demorada do que a reação dos países emergentes à momentânea escassez de crédito. "Não há como pensar diferente, porque essas nações serão as grandes responsáveis pelo crescimento global nos próximos anos", diz Booth. Outro argumento usado pela Ashmore para convencer seus clientes a aplicar no Brasil está relacionado ao câmbio. Como o real já desvalorizou bastante em relação ao dólar, o momento atual é visto como uma janela de oportunidade para entrar no país.

A crise está provocando um choque de realidade nos investidores internacionais, segundo Booth. "Eles estão revendo seus conceitos", diz. De acordo com ele, o processo de reavaliar o mundo após a eclosão da crise financeira e econômica mundial é crucial. "O banco Itaú é provavelmente melhor do que qualquer banco da Inglaterra, mas um investidor médio britânico não o citaria como um padrão de segurança", diz Booth.

Foco nos grandes bancos

Quando o assunto são investimentos no Brasil, a grande preocupação dos investidores da BlackRock, uma das maiores gestoras de recursos do mundo, baseadaem Nova York, é a concentração de empresas ligadas ao setor de commodities na bolsa de valores. O medo é que o preço das matérias-primas permaneça baixo e prejudique ações como as da Vale e da Petrobras, o que deixaria o Índice Bovespa estagnado. Embora os investidores estejam atentos aos perigos, não existe desespero - muito pelo contrário. "Eles sabem que o Brasil está numa posição privilegiada", diz William Landers, gerente sênior de fundos de renda variável para a América Latina. Para 2009, Landers acredita que a melhor estratégia é evitar ações ligadas a commodities. Sua preferência é por papéis de bancos como Itaú e Bradesco. "É um setor que possui liquidez na bolsa, o que continuará sendo importante em 2009", diz. Outra opção são as ações ligadas ao consumo interno, como as da AmBev. "A classe média brasileira deu um salto nos últimos cinco anos e ainda há uma demanda reprimida a ser atendida", completa Landers.

Um plano de cinco anos

Para a gestora de recursos britânica Schroders, com sede em Londres, 2009 é o ano de fazer boas compras no mercado acionário brasileiro. Como estão mirando em retornos para algum momento entre os anos de 2011 e 2013, os gestores do Schroders garimpam ações com potencial de valorização no longo prazo. Segundo o brasileiro Eduardo Mendes, vice-presidente da Schroders, no longo prazo o setor mais promissor é o de empresas ligadas ao setor de commodities.

Para Mendes, um conjunto de fatores deve elevar novamente o preço das matérias-primas mais à frente. O primeiro deles é o cancelamento de diversos investimentos em expansão da produção de matérias-primas no mundo devido à crise - o que provocará, diz Mendes, um desencontro entre oferta e demanda quando a economia mundial voltar a apresentar altas taxas de crescimento. "É o momento de aproveitar as pechinchas para comprar ações a preços inigualáveis", afirma. O maior potencial, segundo ele, está nas empresas de petróleo, porque é onde as reduções de produção terão mais efeito.

Atualmente, os gestores da Schroders estão envolvidos na identificação dos melhores momentos para sair à caça. "Estamos esperando sinais mais claros dos indicadores econômicos, mas com certeza teremos boas oportunidades de compra durante 2009", diz Mendes. A freada brusca na produção industrial no Brasil em dezembro, divulgada no início do ano, preocupou e, no curto prazo, novos dados ruins podem afetar o desempenho da bolsa brasileira, gerando oportunidades de aquisições.

Mendes afirma que o maior erro cometido por seus gestores em 2008 foi não ter preparado a carteira de investimentos para uma crise tão forte quanto a que se viu a partir de setembro. "O problema para nós e boa parte do mercado foi não ter aplicado mais em ações defensivas, como as do setor elétrico, e não ter reduzido os papéis ligados ao setor de consumo." Para este ano, as melhores apostas, segundo Mendes, são os papéis de companhias ligadas aos setores de mineração e de telefonia fixa.

Small caps para o longo prazo

O paulista Luiz Ribeiro, gestor do HSBC de fundos offshore para a América Latina, é responsável por um dos maiores fundos Bric do mundo - o HSBC GIF BRIC tem 1,3 bilhão de dólares para aplicar no Brasil, na Rússia, na Índia e na China. Na comparação, o Brasil se destaca. "A Rússia tem problemas com suas instituições financeiras, e os mercados da China e da Índia não têm informações tão transparentes quanto o do Brasil", diz Ribeiro. Ainda assim, ele acredita que fazer bons investimentos em renda variável no Brasil em 2009 será arriscado. Para Ribeiro, o lucro das empresas brasileiras terá uma redução de 15% a 20% em 2009 em relação ao ano anterior.

Mesmo assim, ele acredita que há oportunidades entre as companhias de maior valor de mercado, principalmente nos setores de mineração e de bancos. "A Vale está sendo negociada a valores atrativos em comparação com suas concorrentes internacionais, e os bancos brasileiros conseguem manter um bom patamar de rentabilidade mesmo em conjunturas mais difíceis", diz. Para quem pensa em investir por um prazo superior a três anos, Ribeiro indica as small caps, empresas com valor de mercado inferior a 5 bilhões de reais e volume diário de negócios inferior a 4 milhões de reais. "Investidores de fundos de hedge estrangeiros venderam de forma indiscriminada grandes quantidades de small caps brasileiras no ano passado para fazer frente aos saques em seus países-sede."

É bom emprestar para empresas privadas

O Brasil é o maior destino externo de investimentos da gestora Legg Mason, sediada em Baltimore, nos Estados Unidos. O motivo? A convicção de que o país, assim como alguns outros emergentes, sofrerá menos com a crise do que o restante do mundo. "O Brasil evoluiu, possui políticas fiscais e monetárias mais confiáveis, moeda forte e um banco central disposto a tomar as medidas para estimular a economia", diz Keith Gardner, chefe de investimentos para mercados emergentes.

Apesar disso, Gardner destaca que o ambiente atual - de muita aversão ao risco, queda no preço das commodities e desaquecimento mundial - é desafiador para os mercados emergentes. "O momento é de cautela, e a forma de ser cauteloso sem perder as oportunidades é investir em renda fixa, mais precisamente nas dívidas de empresas privadas desses países", diz Gardner. Sua estratégia é procurar companhias dos principais setores das nações onde investe. No Brasil, as maiores oportunidades, segundo ele, estão nos títulos de dívida de empresas como Petrobras, Vale, Gerdau e Odebrecht. "São empresas sólidas, que estão investindo para crescer no longo prazo." Além disso, Gardner acredita que os pacotes de estímulo econômico na China devem surtir efeito e que o país continuará importando produtos brasileiros. "Com a magnitude dos incentivos ao crescimento que estão sendo dados no mundo, não acredito que os preços das matérias-primas caiam mais", diz Gardner.

A fortaleza dos bancos brasileiros

Os clientes do banco belgo-holandês Fortis que investem no Brasil têm uma dúvida em comum: qual será o impacto da crise no país? O fato de o Brasil ser relativamente fechado (exportar e importar pouco em relação a seu PIB) é visto, neste momento, como uma vantagem, pois a economia pode continuar crescendo puxada pelo mercado interno. "Por outro lado, essa relativa independência também provoca um efeito perigoso: as consequências do desaquecimento mundial demoram mais a chegar, o que pode gerar uma falsa impressão de que o país não sofrerá tanto com a crise", diz Gustavo Nagai, diretor executivo do Fortis, que administra 550 milhões de dólares de investimentos no Brasil.

A projeção do Fortis é que o PIB brasileiro cresça aproximadamente 1% em 2009 - abaixo da projeção de 1,8% feita pelo FMI. Isso não significa, porém, que o Brasil deixou de ser uma opção atrativa de investimento para o Fortis. Em 2009, uma das apostas de Nagai são as ações de grandes bancos brasileiros, que, segundo ele, perderam valor injustamente por fazer parte do setor responsável pela crise. Nagai também acredita na recuperação dos papéis ligados a commodities graças sobretudo ao pacote de estímulo chinês. "Apesar das dúvidas, a maior parte dos investidores estrangeiros acredita que os emergentes continuam sendo a melhor opção de aplicação, pois o centro da crise continua a ser o mundo desenvolvido", afirma.

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Conforme conversamos em nosso encontro de 13/03 na visão da articulista, as mulheres terão um peso preponderante nas relações de consumo. Quero a opinião do público masculino a respeito... meninas, referendem ou contraponham o que os rapazes disseram.

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Do Portal HSM MANAGEMENT

Diante dos desafios impostos pela situação econômica, as mulheres ajustam, imediatamente, a dispensa de suas casas e seu comportamento de compra. Confira as mudanças típicas desse período e os conselhos da especialista, Marti Barletta.

1. O preço ofusca o valor: dado o arrocho no orçamento, as mulheres consideram abrir mão de alguma qualidade e das marcas, para obter uma vantagem de preço. Assim, em vez de buscar acrescentar valor aos produtos ou oferecer pacotes, os profissionais de marketing devem, nesta fase, procurar manter seus preços baixos.

2. Poupança conta mais que conveniência: quando a coisa aperta, as mulheres tendem a renunciar aos produtos e serviços que significam economia de esforços, em nome da economia de dinheiro. Cabe ao marketing, então, privilegiar o conceito “faça você mesmo”, seja nos supermercados (menos saladas higienizadas, menos bolos prontos etc.), nos serviços para o lar (as lavagens de automóveis, limpeza de calhas ou de tapetes etc.) ou nas entregas em domicílio.

3. O sustentável supera o descartável: as mulheres vão trocar os descartáveis pelos reutilizáveis, o que faz a economia de dinheiro andar junto com a salvação do planeta. Esta é uma oportunidade maravilhosa para produtos verdes alavancarem seu valor ao acrescentar a mensagem de economia aos seus anúncios.

4. O essencial antes do prazer: os pequenos mimos que as mulheres se dão –um batom, uma revista feminina, aulas de ginástica– podem ser suspendidos por um tempo. Os mais espertos oferecerão às mulheres esses itens extras, passando a elas a mensagem “Você merece!”.

5. Compras via internet em vez de no varejo tradicional: as mulheres vão pesquisar novas maneiras de economizar e as compras online fazem-nas poupar gasolina, estacionamento, babá e tempo, além de oferecerem um mundo de ofertas. As mulheres que descobrem na web os carrinhos do tipo “guarde para depois”, bem como as avaliações de outros consumidores e as “listas de desejos”, não voltarão ao varejo convencional.

6. A economia pesa mais que a experiência de compra: o entretenimento ligado às compras perde terreno para as compras planejadas e funcionais, com mais listas de compras e menos compras por impulso. A diversão sai das ruas para as residências e, assim, ganham as locadoras de filmes e de jogos e a pipoca de microondas, por exemplo.

Fonte: Portal The Trendsight Group

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Na coluna Economia do Luis nassif de hoje 10/03 (leia íntegra aqui) apesar do IBGE ter noticiado a queda incomensurável da atividade industrial, já nos meses de fevereiro e março percebe-se uma recuperação.

O que puxa a atividade econômica são as encomendas das indústrias e um dos principais termômetros é o setor de papelão ondulado (embalagens), pois se há encomendas de embalagem há também pedidos na indústria.

Os setores ligados ao consumo, principalmente das classes CDE tem boas perspectivas face ao aumento do salário mínimo. Para essas classes qualquer Real a mais no orçamentoacaba indo para consumo.

Em relação ao mercado financeiro, como vocês alunos do 3º período veem as perspectivas?

Para os alunos do 4º período, é uma boa hora para empreender?

Postem seus comentários.

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Caros gestores da Qualidade,

Conversamos detidamente sobre as contribuições de Edward Deming à qualidade e a síntese de seus 14 princípios (baixe arquivo aqui) para que consideremos uma empresa com alta qualidade.

Os aspectos englobama totalidade das relações, numa visão já de vanguarda para a época de Deming. Lembre-se que ainda hoje, no século XXI, inúmeras empresas ainda "pedalam" nos quesitos de qualidade e é nossa responsabilidade como admistradores, contribuir fortemente para a mudança desse quadro.

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Caros, este material (baixe aqui) foi utilizado quando conversamos sobre os conceitos de Qualidade. Tivemos a oportunidade de traçar várias abordagens, desde as mais clássicas até as mais contemporâneas, culminando com Peter Drucker:

"Qualidade (...) não á algo que o fornecedor coloca num produto ou serviço, mas algo que o cliente obtém e pelo qual paga. Os clientes pagam apenas por aquilo que lhes é útil e lhes traz valor. Nada mais constitui qualidade."

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Olha essa agora... saiu hoje (09/03) no portal UOL (link para a notícia). Obama está em conversas com Lula para que os EUA importem petróleo do Brasil e reduza a dependência do petróleo da Venezuela - atualmente os EUA importam cerca de 11% de seu petróleo desse majestoso País da América do Sul... tô citando a Venezuela...

O Brasil está conversando nos bastidores, sem dar muito indício de que esse assunto esteja sendo tratado, mas os indícios podem ser percebidos: (1) a Petrobrás está projetando 4 novas refinarias; (2) o Brasil quer mesmo é exportar combustível, pois tem maior valor agregado que o óleo cru; (3) a Petrobrás prospecta negócios no Japão e China, outros grandes mercados.

Tudo isso, claro, se a camada pré-sal tiver todas essas reservas já anunciadas. Agora, na sua opinião não seria mais interessante o Brasil segurar essa reserva de produto que é finito para seu próprio futuro?

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Várias notícias na Europa e Ásia demonstram a preocupação dos investidores quanto à saúde dos mercados.

O Banco Mundial divulgou no fim de semana que 2009 reserva a 1ª retração desde a 2ª guerra mundial, com isso, os países em desenvolvimento terão dificuldades para conseguir investimento internacional.

Na Ásia as perdas nos mercados financeiros somam USD 9,6 trilhões... é muita grana.

O Brasil reserva notícias sobre a produção agrícola (se cair ficará evidente que o agro-negócio estará também em dificuldades) além da balança comercial e atividade industrial.

Ainda esta semana o COPOM define qual será a nova taxa de juros para o próximo período - analistas são unânimes em apontar uma queda para 11,75% a.a. Não tem outra saída, pois se a economia mundial está desacelerando bruscamente, as taxas de inflação estão sob controle e não há explosão de consumo, nada justifica um caminho que não seja a queda dos juros.

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Caros Alunos do 4º Período, havíamos conversado sobre as dificuldades de empreender, de montar um negócio próprio. Sob vários aspectos relevantes, como o desejo de empreender, ter um sonho, desbloquearmos nossa mente, avaliar o potencial da idéia, etc., tudo culminando na elaboração do Plano de Negócios.

Vejam que o importante é termos as idéias e, a partir delas, transformarmos a realidade que nos cerca, ou seja, realizarmos, partir para a ação!

Acessem o material da aula sobre Aprender e Empreender aqui.

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Caros alunos,

Conversamos detidamente sobre as características do cheque, principalmente aquelas que a maioria desconhece e que são importantes para nosso dia-a-dia.

É matéria importante e esse assunto merece ser repassado às pessoas interessadas.

cheque

Baixe o documento com a lei do cheque aqui.

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Esse artigo foi publicado no portal EXAME e é mais que uma mensagem de otimismo, é uma atitude mental a de querermos superar os desafios de empreender.

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26.02.2009

Na minha vida acumulei um monte de previsões negativas, mas aprendi a acreditar em mim e no meu coração

Sideney Santos, Empresário, vencedor do Prêmio Endeavor & Exame PME de Empreendedorismo e ex-palhaço de circo

Acabo de nascer. Eu, já todo enroladinho como uma salsicha empanada (os bebês das décadas passadas eram mais moles e quebravam só de olhar), sou entregue à minha mãe. E o médico solta o diagnóstico e o prognóstico: "Mãe, dificilmente este menino irá andar, nasceu com um defeito no pé direito, todinho virado para baixo e para trás, e a senhora precisa estar ciente disso".

À minha mãe, então com 25 anos e mais três filhos, podia faltar ciência, mas sobravam vontade e amor. Ela não deu ouvidos ao doutor. Buscou outros e, com 2 meses, fiz minha primeira cirurgia corretiva; com 2 anos, outra; e aos 3 já andava arrastando um gesso que usei até os 4 anos. Hoje, meu pé direito é lindo. Pelo uso excessivo do gesso na fase em que minhas pernas estavam em formação, tenho algo único que chamo de pernas dos Robertos Carlos: a esquerda do jogador, a direita do cantor. O médico disse não. O tempo disse sim. Comecei a duvidar dos que dizem não, duvidar de previsões.

Aos 10 anos, eu na escola, e a doce tia Lina era mestre em previsões, regras e porquês. Um dia ela olhou para minha forma física e mandou: "O Sidney sempre será baixinho e magrinho, já o Marcelo Pinheiro será alto e forte". Fiquei louco com aquilo, que me condenava a ser pequeno e raquítico. Marcelo Pinheiro era louro, bonito, chegava a irritar. Anos atrás, encontrei Marcelo Pinheiro. Ele me chama, eu olho para trás e lá, uns 10 centímetros abaixo, estava o próprio. Ele não cresceu, ficou tarracudo, e eu, hoje no auge do meu

1 metro e 70, preciso perder uns 5 quilos. Tia Lina, sempre certa, errou. Estou começando a não gostar de previsões, das pessoas que dizem não.

Chega minha formatura da 8a série, a única que consegui fazer. Tenho 15 anos. Na volta da festinha, meu amigo Alex comenta: "O banco Boavista está pegando". Era assim que se falava quando estavam contratando alguém. No outro dia, 23 de dezembro, acordo às 5 da manhã, coloco minha única melhor roupa e digo à minha mãe que preciso ir em busca desse emprego. Ela briga comigo, fala que estou louco, que é Natal e que no Natal ninguém contrata. No dia 7 de janeiro de 1987, estou vestindo o uniforme de contínuo do Boavista. Minha mãe estava errada. Contratam no Natal, sim.

Um ano depois, após várias promoções no banco, vi que ser gerente seria bem chato e que esse não era o meu sonho. Um dia, após ser chamado pelo diretor financeiro de uma empresa nova no Brasil para trabalhar na cobrança deles, me aconselhei com a gerente Cristina, que previu: "Sidney, esses caras são novos aqui, podem ter problemas, e aí você fica sem emprego". A empresa? Parmalat. A Cristina até acertou. Mas errou a data, e como!

Fui trabalhar como estoquista numa loja de peças de motocicletas. Algum tempo depois, passo a balconista-vendedor e recebo uma oferta para ser representante de vendas de uma indústria de motopeças. Meu melhor amigo prevê: "Você vai trocar o certo pelo incerto, aqui você tem fixo, lá só comissão. É menor de idade, não tem habilitação. E se apreendem sua moto? E se isso e se aquilo?" Com toda a irresponsabilidade, fui e já em minha primeira visita na Moto Remasa faço uma venda que garante mais que meu salário anterior. Estou achando que esse negócio de previsão não é bom mesmo. E que todos sempre dizem não.

Após um ano de muito trabalho, vendas e comissões, resolvo montar minha própria empresa. Aí foi geral. Amigos, familiares, chefes, todos diziam não: "Mas você vai montar uma empresa como? Você não tem dinheiro. Não tem conhecimento. Não tem nem maioridade. Não tem noção. Você vai perder um ótimo emprego, sair de uma boa empresa e trocar pelo quê?"

Como num flash, relembrei daquela porção de nãos e previsões furadas. Então, eu, aquele menino de 17 anos que só ouvia nãos e previsões, abri a minha empresa, a primeira de muitas e bem-sucedidas. De 1989 para cá, acumulei mais um monte de nãos, mas aprendi a acreditar em uma coisa: atitude. É uma palavra maravilhosa, pois nela mora a decisão, que transforma o querer em fazer. Acredite em você e, principalmente, em seu coração.

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Notícia de hoje (04/03) na Agência Estado (clique aqui) traz uma ênfase nas mudanças que a indústria da mídia está passando e como a inovação muda completamente a realidade dos negócios.

Segundo o pesquisador Henry Jenkins (MIT) a mídia como a conhecíamos - fechada em si e tradicional, dará espaço a um tipo de mídia complementar, onde os vários canais serão utilizados para transmitir certa mensagem... mas tudo de acordo com a preferência do usuário, afinal, nesta transmídia, quem estará no comando será o individuo.

Você que é da geração "Y" ou "Pokemón" e que está mais habituado a esta mídia convergente, o que acha disso?

E você que, como eu, ainda pena para conseguir acessar a internet e não se dá muito bem com o "simples" SMS, como será sua vida a partir dessa transmídia?

Aguardo comentários...

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Caros alunos,

Dando continuidade ao tema de ontem em sala, cada grupo deverá postar seus comentários no blog referente ao texto que trabalhamos no final do encontro de ontem.

Nem é preciso ressaltar que valerá nota para o conceito bimestral.

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Caros alunos,

Segue o material para o trabalho bimestral individual a ser entregue no dia da prova bimestral.

  1. Baixem o artigo(clique aqui) e o escopo (clique aqui) do trabalho.
  2. Elaborem seguindo rigorosamente o escopo.
  3. Entregas fora do prazo têm penalidade mínima de 0,5 ponto.

Dúvidas poderão ser tiradas em nossas aulas.

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01/03/2009 - Saiu no blog do Sérgio Dávila (portal UOL)

O título desse blog é fato, não opinião. O jornal "Washington Post" publicou reportagem de primeira página hoje dizendo que cada vez mais empresa italianas recorrem à Máfia para fechar as contas do mês. É que os bancos locais, que são historicamente mão-fechada na hora de emprestar se comparados com os padrões internacionais, fecharam ainda mais o cofre na crise atual. Com o crédito seco,estima-se que 180 mil empresas italianas tenham ido bater na porta da organização criminosa (a Máfia, que fique claro) para conseguir honrar os compromissos.

Um detalhe chamou minha atenção: segundo a reportagem do diário norte-americano, os mafiosos cobram em média 120% de juros ao ano. Fui vasculhar e achei reportagem desse UOL do fim do ano passado segundo a qual os bancos brasileiros cobram hoje 191,75% de juros no cheque especial, em média, por ano. Essa porcentagem saltou 34 pontos em 2008, no mesmo período em que a taxa Selic de juros subiu apenas 2,5 pontos.

Faça as contas: se o brasileiro entrar R$ 500 no cheque especial, pagará juros de R$ 959,75 ao final de um ano. Se pedir o mesmo valor para um mafioso, terá de morrer "apenas" com R$ 600 de juros. A diferença está no que acontece se você não pagar em dia: com a Cosa Nostra italiana talvez dê para negociar...

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