Como estou meio atrasado com as postagens dos temas tratados até agora, resolvi colocar os links num único post.

Assim, vocês podem ter acesso aos temas que tratamos até 04/09 para irem adiantando os estudos para a prova bimestral.

Além do material disponibilizado, aqui no site você ainda tem acesso a vários posts sobre esses temas, tratados em turmas passadas que podem ser acessados abaixo:

Mercado de ações é sim para qualquer um.

Juntar dinheiro e não viver a vida

Dólar baixo tem vantagens e desvantagens

Glossário do Mercado Financeiro

A Petrobrás e o pré-sal

O brilho da bolsa

BM&F - o fim de uma era

Bons estudos!

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Caros alunos.

A estrutura do sistema financeiro nacional é bastante complexa. São várias instituições com diversas atribuições específicas mas, se olharmos detalhadamente começa a fazer mais sentido esta estruturação.

Tenham em mente que o SFN (Sistema Financeiro Nacional) é um sistema que contempla várias instituições e é sub-dividido em 3 sub-sistemas específicos:
    - Sub-sistema Normativo
    - Sub-sistema Fiscalizador, ou de Fiscalização
    - Sub-sistema Operativo, ou de Operadores.

Nas várias publicações a respeito encontramos variações que acabam por nos deixar um pouco confusos sobre o sub-sistema Normativo e de Fiscalização. Por familiaridade e maior simplicidade de compreensão, prefiro usar a estruturação divulgada pelo Bacen, pois, além de graficamente ser mais compreensiva, ainda deixa mais claro quais os órgãos normativos e fiscalizadores de cada uma das esferas do SFN - Bancos e Bolsa, Seguros e Previdência Complementar.

Um resumo de nossas conversas em sala pode ser baixado aqui 

Boa leitura e matamos as dúvidas em sala.

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Notícia do Financial Times há pouco diz que a rede de fast food Burger King foi comprada pela 3G Capital – fundo de investimento brasileiro. (link para a notícia – em inglês – aqui)
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A operação chega a Us$ 4 bilhões, incluindo dívidas e é a segunda vez em 10 anos que a rede de fast food com mais de 12 mil pontos de venda no mundo, troca de mãos.
A 3G Capital é composta por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Sicupira – para quem nunca ouviu falar deles, são os fundadores do banco Garantia e, entre muitas operações envolvendo fusões e aquisições, compraram a Bhrama, que depois uniu-se à Antactica dando origem à AMBEV, que depois juntou-se à Heineken que depois comprou a Budweiser e formou a InBev maior cervejaria do mundo.
A operação de compra se deu porque o Burger King vinha perdendo mercado nos últimos anos em função dos altos índices de desemprego nos EUA por causa da crise financeira global. As incertezas pelos gestores da Burger King com relação ao preço das matérias primas (principalmente carne) e receitas futuras, tornando-se um atrativo para a 3G.
E nós com isso? Nós com isso é que cada dia que passa mais empresas de classe mundial estão se tornando brasileiras. Para quem, como eu, vivi grande parte de minha vida profissional admirando ícones multinacionais, ver o movimento inverso é um muito legal.
Bons estudos!

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Nesta entrevista à HSM durante o fórum de estratégia promovido pela empresa, Silvio Meira* fala abertamente sobre liberar geral o uso de redes sociais nas empresas, salas de aula, etc.

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*Silvio Meira é um dos maiores Pesquisadores de Engenharia de Software no Brasil, é Cientista-chefe do C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), instituto de inovação privado e sem fins lucrativos que atua na área de tecnologia da informação e comunicação com duas frentes: desenvolvimento de produtos (em áreas como TV Digital, mobilidade, aplicações de web, open source e inteligência artificial) e incubação de empresas (já criou mais de trinta novas empresas de TI). O C.E.S.A.R ganhou o prêmio FINEP de mais inovadora instituição de pesquisa do Brasil, foi eleito como exemplo de criação de negócios pelo World Economic Fórum e teve uma menção honrosa no Stockholm Challenge, premiação que reúne os melhores projetos de TI do mundo. Silvio é também um dos maiores articuladores do Porto Digital, iniciativa do governo do estado do Pernambuco que reúne mais de 100 empresas ligadas à TI (incluindo o C.E.S.A.R) e tornou-se o maior polo de empreendedorismo tecnológico do estado, se não do país.

 

A entrevista é em 2 partes e podem ser vistas acima. Algumas coisas instigantes que colhi do que ele falou:

  • Não permitir uso de redes sociais no trabalho é besteira. O funcionário vai dar um jeito de usar.
  • Somos o País mais restritivo do mundo ao uso das mídias sociais no trabalho. Perdemos até para o exército americano que liberou o uso das redes mesmo em ações de combate.
  • Permitir o uso de laptop conectado à internet pelos alunos em sala de aula. Se o professor não conseguir fazer uma aula mais interessante que a internet o aluno não vai prestar atenção mesmo.
  • Em plena economia digital as empresas ainda contratam por hora/homem. Deve mudar para nível de complexidade da atividade.
  • Se trabalhamos em rede, porque temos que nos deslocar para o ambiente de trabalho toda manhã? Para chegar lá e usar a rede para resolver as coisas?
  • Criar “workingcenters” perto de casa para que o deslocamento seja feito em menos tempo. Desafio para urbanismo e projetos arquitetônicos.
  • Se a empresa não deixa você “olhar para o mundo” no horário de trabalho, você também pode deixar de “olhar para a empresa” fora do horário de trabalho. Aí perdemos todos!
  • Cérebro não bate ponto

Quebrar paradigmas… esse é o cara!

Bons estudos.

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Atenção acadêmicos de Estrutura do Mercado Financeiro da FALEC. As informações sobre o trabalho bimestral já estão disponíveis.

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O nosso trabalho bimestral será fazer a orientação financeira para um amigo que nos consultou sobre as melhores opções disponíveis nos bancos para investimento de um valor fictício de R$ 70 mil.

O documento com as instruções do que deverá ser apresentado estão disponíveis no arquivo Trabalho 1ºBIM-2ºSEM 2010.pdf que vocês podem baixar aqui.

Observem que na aula seguinte à realização da prova, faremos um pequeno seminário em que vocês apresentarão seus argumentos para investir esse valor.

Busquem informações nos sites dos bancos, na bibliografia que apresentamos a vocês, junto ao seu gerente de conta, enfim, enriqueçam seus conhecimentos para fazer uma boa orientação financeira.

Ótimos estudos!

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Atenção alunos de ESTÁGIO SUPERVISIONADO I da FALEC. Os arquivos para a realização do trabalho do 1º Bimestre já podem ser baixados.

Homens trabalhando O trabalho do 1º bimestre é o 1º passo para a monografia de vocês, portanto as equipes já devem ser formadas com no máximo 4 integrantes.

O documento Elaboração de Pré-Projetos de Pesquisa.doc (baixe aqui) é a base para a monografia. Sigam esse modelo à risca pois ele caminhará junto com vocês até a finalização da monografia.

O que vocês deverão fazer no 1º bimestre?

  • Identificar o tema geral da monografia. Não é necessário definir já o título da monografia, ou mesmo, definir nome da empresa, apenas o setor em que a ideia está inserida. Ex.: digamos que vocês queiram algo em relação ao setor de transportes de cargas, vocês deverão estudar o mercado de logística, suas principais oportunidades e deficiências, antes de definir que empresa será essa.
  • Vocês devem então ater-se ao item 2.1 – PESQUISA DE MERCADO, sub-itens 2.1.1 Macroambiente de Negócios e 2.1.2 Pesquisa Setorial.
  • No Macroambiente de Negócios vocês devem compilar dados e informações sobre a economia brasileira em nível nacional e regional (Curitiba e RMC).
  • Na Pesquisa Setorial vocês devem compilar dados e informações sobre o setor da economia em que a empresa de vocês estará inserida.
  • Os dados detalhados do que vocês devem pesquisar estão no documento ES1 – Trabalho 1ºBIM - 2ºSem 2010.pdf (baixe aqui). Falaremos mais detalhadamente sobre cada item em sala de aula.
  • As referências utilizadas devem ser citadas no item REFERÊNCIAS.
  • Os demais tópicos do pré-projeto não devem conter nada.

Bons Estudos!

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O garoto já se aventura em mais um negócio e espera faturar mais de 150 milhões de dólares. (notícia completa no Portal Exame clicando aqui.)

Christian Owens, faturou 1 milhão de dólares na Internet.

Christian Owens, esse garoto aí da foto, hoje com 16 anos, criou sua primeira empresa na Internet ao 14, para vender aplicativos para Mac por preços mais baixos e uso por tempo limitado.

Ele vive no interior da Inglaterra, em Corby, Northants, ganhou seu primeiro computador aos 7 anos e aos 10 já dominava o webdesign.

A sacada dele foi abrir a Mac Bundle Box, e vender aplicativos para Mac da Apple por preços mais baixos e com licença de uso por tempo limitado. A partir daí foi engordando seu caixa e atingiu este ano 1 milhão de dólares. O menino pensa alto e não é nada modesto – quer ser o nome mais importante da internet mundial – e tem como fonte de inspiração Steve Jobs, CEO da Apple.

Para chegar lá, abriu a segunda empresa – Branchr – que atua no setor de anúncios online. Essa empresa já comercializa publicidade em 17 mil sites (vale lembrar que um dupla famosa, Larry Page e Sergey Brin, donos do Google, fizeram fortuna com publicidade na web).

Isso é mais uma prova que empreendedorismo não tem mais idade nem fronteiras físicas definidas. Com um computador e uma boa idéia dá para faturar bastante pois vivemos uma era de grandes transformações no mundo corporativo. Aparentemente “do nada” surgem novos negócios com potencial de transformação de geração de valor, algo impensável algumas décadas atrás.

Bons estudos!

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O tema “Gestão por Processos” está ganhando, cada vez mais, notoriedade ao redor do mundo.

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O blog da revista HSM Management trouxe um artigo muito pertinente para nós administradores. (veja a íntegra do artigo aqui)

Segundo Rafael Scucuglia (Diretor de Operações da Gauss Consulting e autor do artigo) , o recente crescimento do número de associados da ABPMP (Association of Business Process Management Professionals), sediada nos Estados Unidos, é indicador da relevância que o tema tem apresentado nos cenários acadêmicos e profissionais mundiais.

Com presença nos EUA, Brasil, Chile, Colômbia, México, Austrália, Alemanha, Noruega, Paquistão e outros, a ABPMP está conseguindo integrar um corpo de especialistas ao redor do mundo que poderá desenvolver teorias acerca do tema "Processos" até hoje inéditas.

O compartilhamento das experiências bem sucedidas ao redor do mundo trará significativos benefícios para as Organizações, que poderão contar com tecnologias e teorias mais estruturadas, visando ganhos de produtividade, eficácia e eficiência.

Vários profissionais brasileiros já conseguiram certificação CBPP (Certified Business Process Professional) e, segundo Scucuglia, espera-se um crescimento do número destes profissionais no mercado nos próximos anos, o que profissionalizará a gestão das empresas sob a perspectiva de processos e, sem dúvida nenhuma, trará benefícios concretos. E o Brasil faz parte desta vanguarda.

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Acadêmicos fiquem atentos, pois as empresas demandarão conhecimentos acerca de gestão por processos e esta se constituirá uma das grandes áreas de atuação do profissional de Administração. Foco em pensamento sistêmico, processos chave, indicadores de resultado, estratégias, raciocínio lógico e analítico, além de dominar cálculos, serão habilidades imprescindíveis ao profissional de Administração.

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O interesse pelo assunto BPM é relativamente novo. Enxergar a organização sob a ótica de processos e geri-los de forma a promover resultados mais alinhados às expectativas dos steak holders (grupos de interesse) tem se mostrado uma prática extremamente compatível com as demandas empresariais existentes nos mais diversos nichos de mercados.

Rafael ainda traz à luz um tema importante: "filosofia gerencial" porque há um grande paradigma a ser quebrado [concordo com ele… estamos mais que em tempo de mudar o enfoque gerencial]. Mais de 100 anos se passaram desde a revolução industrial e o Taylorismo continua a ser o grande mote de estilo de gerenciamento organizacional: áreas funcionais especializadas no assunto, promovendo uma cadeia de relações clientes-fornecedores internos à organização, de forma que o trabalho das unidades funcionais resulte em um produto demandado pelo cliente final. Esta é a lógica organizacional, proposta formalmente por Adam Smith, usualmente praticada e que vem gerando resultados positivos há décadas.

[Atenção! Este modelo já está dando provas de esgotamento. Mais e mais empresas nos chamam para prestar consultoria porque estão em crise pois não conseguem mais adaptar-se a mudanças tão repentinas no ambiente dos negócios. Não me refiro a crises, mas à rapidez com que os produtos e serviços são copiados – benchmarking – e uso cada vez mais intenso de redes – internet, redes sociais – para alavancar os negócios]

Para exemplificar, suponha uma indústria qualquer, cujo departamento comercial é responsável pela colocação de pedidos, o departamento financeiro pela análise de crédito, o departamento de PCP pelo planejamento da fábrica, o departamento de compras pela aquisição das matérias primas, o almoxarifado pelo armazenamento, diversos departamentos fabris especialistas em procedimentos de transformação de insumos específicos (como solda, usinagem, acabamento, montagem, empacotamento), a qualidade pela garantia de conformidade, o departamento fiscal pelo faturamento e a expedição pela entrega do produto (sem falar dos departamentos de apoio, como RH, contabilidade, segurança no trabalho etc).

Não são incomuns conflitos internos entre os departamentos, já que cada área possui sua própria percepção da continuidade do processo. Enquanto a área de vendas necessita de prazos cada vez menores, as áreas fabris lutarão por prazos mais elevados e, consequentemente, maior flexibilidade no planejamento da produção.

A Gestão por Processos (BPM) trata, fundamentalmente, de uma mudança filosófica da maneira de gerenciamento da organização. BPM é uma disciplina que visa inverter a lógica de gestão para um ponto de vista focado na cadeia de agregação de valor interfuncional, em que os interesses do processo se sobrepujam aos interesses departamentais. Muito mais do que mapear e melhorar os processos, BPM altera significativamente o modo como a cadeia de valor é encarada.

Neste contexto absolutamente focado nos processos, as necessidades e anseios do cliente são tratados por "donos de processo" que possui autonomia para modelar, analisar e transformar a cadeia produtiva interna visando o atendimento direto das necessidades do cliente, sem que as tradicionais barreiras departamentais configurem resistências relevantes para a fluidez deste fluxo.

E é exatamente neste ponto que os benefícios surgem, pois todas as decisões gerenciais (desde a mensuração de desempenho por meio de indicadores até a operacionalização das estratégias corporativas) passam a ser internalizadas, compreendidas e decididas pela ótica de processos. De maneira objetiva: maior eficiência e eficácia.

O conceito é novo, paradigmático, porém já aplicado e de benefício comprovado em muitas organizações ao redor do mundo… é apenas a ponta do iceberg.

[Para o Brasil ser vanguarda no tema, é necessário que nós do meio acadêmico – professores e alunos – adotemos a postura de inovação na gestão das organizações, efetivamente trazendo e implantando conhecimentos e práticas inovadoras de gestão, comprovadamente reconhecidas, fazendo com que todos se beneficiem – empresários, colaboradores, sociedade]

Bons estudos!

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Já perceberam que tudo o que nos cerca, empresas, sociedade, grupos, redes sociais, etc. são um apanhado de processos seguidos à risca?

Bem vindos acadêmicos FESP.

Neste primeiro post sobre o tema OSM – Organização, Sistemas e Métodos, queria dar boas vindas convidando-os para refletirem sobre modo de viver que temos. Tudo o que fazemos é baseado em processos (maneiras de fazer as coisas) que acabamos seguindo à risca, vejamos:

  • Somos condicionados, desde criança a mantermos uma rotina de higiene pessoal.
  • Quando na escola, os professores (estes seres famigerados que só perseguem vocês) dizem como vocês devem aprender as coisas.
  • Caminhar na rua requer seguir regras de trânsito.
  • As leis que devemos seguir nos dizem como deve ser nossa conduta perante a sociedade.
  • As empresas para as quais trabalhamos nos dizem, exigem, que façamos nosso trabalho segundo regras (processos operacionais) para atingirmos os resultados.
  • Os namoros, noivados, casamentos, seguem um procedimento padrão – hoje um pouquinho diferente pois os relacionamentos começam com o “ficar”, depois as coisas permaneceram mais ou menos do mesmo jeito.

Será que isso tudo quer dizer ROTINA? Será que tora rotina é prejudicial a nossa liberdade de agir e pensar? Será que a rotina nos faz mais homens-boi (a la Taylor)?

Acordar cedo, trabalhar, almoçar, ir ao supermercado, faculdade, namorar, pagar contas, cuidar da casa, cuidar do cachorro (tô falando do pet mesmo), salão de beleza, lavar o carro… gente quanta rotina!

Vamos ao longo de nossos encontros em sala de aula, verificar como essas rotinas se formam e como são importantes para nossa vida.

Bons estudos

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