Olá acadêmicos do 3º período de Administração FALEC.

Vocês já podem baixar o resumo do assunto História dos Bancos no Brasil clicando aqui.

Conversaremos mais sobre o tema no nosso próximo encontro.

Bons estudos!

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Olha, apesar de todos os ques e porques de usar ou não as redes sociais o mais importante é que já deixaram de ser um fenômeno ou moda passageira, para estarem integradas no cotidiano dos brasileiros, principalmente os jovens.

Usar Orkut, Facebook, Blog ou Twitter já não pode mais ser considerado como “brincadeirinha” de adolescente, mas um mercado em potencial ainda pouco explorado. Vamos a alguns números compilados pela agência Click (depois vejam o vídeo no Youtube)

  • 70 milhões de brasileiros estão conectados à internet
  • 12 milhões de PC foram vendidos no Brasil em 2008.
  • O brasileiro passa quase 24h por mês conectado à internet.
  • 79% fazem parte de redes sociais… isso dá uns 56 milhões de brazucas
  • Mais de 490 mil horas de conteúdo são publicados no Youtube por ano. A Globo produz 4.500 horas por ano…
  • A 2ª maior audiência no Youtube é do Brasil.
  • 36% sobem conteúdo todo dia, ou seja, 25,2 milhões de brasileiros.
  • 2.6 milhões de brasileiros atualizar seus blogs diariamente… somos o 4º no mundo!
  • São Paulo é a 4ª do mundo em uso do twitter.

Não é pouco… e agora, que estratégias podemos montar para este público? Como inserir nossas marcas sem sermos invasivos? Como realizar negócios via twitter? Como possuir relevância nas redes sociais a ponto de termos alta credibilidade?

Vamos discutir nos próximos capítulos aqui e em sala.

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Olá acadêmicos,

Seguem os materiais que faltavam de nossos encontros do 2º bimestre.

- Aula de Renda Variável (clique aqui)

- Aula de Mercado de Capitais (clique aqui)

- Aula de Política Econômica (clique aqui)

Bons estudos!

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Essa é mais uma para entrar para a história! Vamos lá…

Hoje saiu um fato relevante que o Pão de Açúcar (de Abilio Diniz) comprou 51% da Casas Bahia (Samuel Klein) que caiu como uma bomba no mercado, porque?

  1. Casas Bahia estava negociando a venda de suas operações como o Wall Mart e com o Carrefour. No apagar das velas Abilio Diniz fez uma oferta irrecusável para Samuel Klein (o mercado ainda não sabe qual foi esse valor)
  2. Por causa das vendas no cartão de crédito terem se popularizado no Brasil as Casas Bahia tiveram que mudar seu modelo de negócios deixando de vender no carnê. Com isso as receitas financeiras desabaram de 80% do faturamento global da empresa para cerca de 30% (tá no site da Exame). Em tempo… Samuel Klein tinha comprado em setembro/09 a parte do irmão Saul Klein no negócio por R$ 1,5 bilhão e, ao que tudo indica, não tinha grana para pagar, daí ter que vender a empresa ontem (03/12)… a alegria durou só 3 meses.
  3. O Pão de Açúcar já tinha comprado o Ponto Frio há alguns meses, tirando o Magazine Luiza da jogada também no último minuto de jogo. (até hoje a Luiza Trajano, dona da rede de lojas lamenta ter perdido esta oportunidade de ouro)
  4. O Pão de Açúcar é dono de 95% da Globex (que é dono do Ponto Frio) e conta com a participação societária do Unibanco (hoje Itaú Unibanco) no negócio.
  5. Em 2005 o grupo francês Casino adquiriu 50% do Pão de Açúcar, ou seja, metade do agora maior varejista do Brasil é de um conglomerado francês.

Bem, agora tem um abacaxi a ser resolvido. É que com isso o varejo brasileiro fica altamente concentrado e o CADE terá que analisar essa operação com muito cuidado. Ela mexe fortemente nas relações com fornecedores e clientes, uma vez que o poder de barganha fica muito forte nas mãos do varejista. É esperar para ver.

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Pessoal,

image Hoje no blog Update or Die (www.updateordie.com) a colunista Raquel Costa nos traz uma visão muito legal sobre o que pensa a classe C.

Essas conclusões são com base numa pesquisa DataFolha que ela teve acesso numa apresentação da Expomanagement 2009 e todos os que estão desenvolvendo modelos de negócio, monografias, ou estudando este segmento devem ficar atentos aos seguintes dados:

  • Representa 90% da população brasileira,
  • É responsável por 79% do consumo,
  • Atinge 69% do mercado de cartões de créditos,
  • São 86% dos total de internautas no Brasil e
  • Movimentam mais de 760 bilhões por ano.

Ainda segundo o pesquisador da DataPopular Renato Meirelles, as pessoas da classe C “São milhões de consumidores com bolso de classse média e cabeça de baixa renda”.

Raquel ainda resume que há 10 tendências na classe C que precisam ser consideradas:

  1. Consumo de inclusão: é hora de consumir mas o foco é abundância (com qualidade) e não o status. Produtos exclusivos continuam sendo para classe A.
  2. Acesso e qualidade: Adquirir um novo produto é considerado um investimento. Não há margem de erro para “comprar para experimentar” pois se não gostar terá que usar o produto até o fim para não desperdiçar o dinheiro investido.
  3. Capilaridade, aval e segmentação: estratégias de Ponto de venda devem levar em consideração que esse público faz compras a pé, portanto, a loja deve estar próximo de onde se vive ou trabalha.
  4. Redes sociais, dicas e boca-a-boca: Todos dão dicas de desconto, atendimento e bons produtos. Uma vez conquistados eles se mantém fiéis por muito mais tempo.
  5. Tecnologia, família e investimento: Computador tem lugar de destaque na sala de estar, roubando espaço que antes era da TV. Significa uma forma de adquirir conhecimento, ter entretenimento e lazer.
  6. Educação e cultura: é um caminho para  a ascensão social, valorizam cada ano estudado pois melhora a qualidade de vida de todos.
  7. Jovens da classe C: tem voz ativa na família e 68% deles já ultrapassou os pais no número de anos na escola, são mais “pé-no-chão” e mais antenados.
  8. Identidade e autoestima: não esquece nem esconde de onde veio e valoriza cada conquista pessoal.
  9. Vaidade e beleza: as mulheres da classe C acha que estar bem arrumada diminui as barreiras sociais e étnicas, por isso, gastam pelo menos R$50,00 por mês no salão.
  10. Novos papéis e nova família: na classe C cerca de 30% dos lares são mantidos pelas mulheres. Aqui a igualdade de direitos chegou mais cedo que em outras classes.

Super legal, pois a classe C era, a bem pouco tempo, completamente ignorada pela maioria das empresas. Todos queriam vender para a classe A pois ela paga mais caro só que, até que enfim, descobriram o que Prahalad já falava há uns 10 anos sobre a base da pirâmide. É lá que encontra-se a nova fronteira dos negócios. É na base da pirâmide que estão os lucros, pois essa classe chegou agora para a sociedade de consumo e não dá mostras que sairá tão cedo dela.

Mas atenção, se você está pensando em ganhar fortunas vendendo por vender, vai um alerta. O consumo deve ser inclusivo e gerar benefícios em toda a cadeia – empresa, comunidade e meio ambiente, caso contrário, haverá um desequilíbrio de forças que gerará efeito contrário.

É um bom tema para debatermos.

Bons estudos.

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Olá acadêmicos.

Dando seguimento aos nossos estudos, comentei com vocês sobre a incidência de impostos diferenciada para pequenas empresas enquadradas no regime do Super Simples, em que a carga tributária é bem inferior à das empresas enquadradas no Lucro Presumido.

Conforme combinei, hospedei a tabela nos 2 servidores para que vocês possam baixar conforme sua necessidade.

Servidor 4Shared – Clique aqui

Servidor da FALEC - Clique aqui

bons estudos.

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Recebi este vídeo do Jackson Ueda, acadêmico d0 6º período de Adm. da FALEC e, posso dizer, é uma pérola de como nossos sentidos, se convenientemente estimulados, podem alterar comportamento.

O vídeo é uma campanha da VW na Suécia entitulado The fun theory (a teoria da diversão) estimulando através de uma interação divertida e lúdica a mudança de atitude das pessoas.

Vejam como ficou a escada rolante após o “piano” começar a funcionar! O vovozinho subindo as escadas devagar, a senhora fazendo um “só no sapatinho…”, enfim, são iniciativas como essa que trazem à tona nossa necessidade de interagir, de experimentar, de vivenciar sensações que nos dêem satisfação por estarmos presentes, atuantes, sem se importar com o que o outro irá pensar… simplesmente divertindo-se dentro do cotidiano. Show!

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Dados do Sebrae-SP mostram um quadro preocupante: o número de falências no Brasil atingiu seu recorde do ano em setembro/2009 e 96,6% das empresas que fecharam as portas no mês passado pertenciam ao segmento das micro e pequenas.

Apesar de ser responsável pela geração de 60% dos empregos formais no País, a proporção de pequenas empresas que quebram ainda é muito elevada (quase 30% fecham as portas no primeiro ano de atividade).

As causas mais comuns apontadas são a falta de experiência em gestão e planejamento. Boa parte se aventura sem conhecer bem o mercado em que irá atuar e, só depois que abrem as portas é que percebem que não bastava somente isso. A falta de capital de giro é apontada como o problema mais frequente das pequenas empresas no início de suas atividades.

“O empreendedor precisa ter um plano de negócio, se preparar, conhecer o mercado e o seu produto, saber quem vai ser o seu cliente, enfim, precisa ter todas as ferramentas de gestão e de comportamento que o mercado exige”, diz Ricardo Tortorella, superintendente do Sebrae-SP.

Acreditar numa boa idéia não é suficiente para obter sucesso. Uma boa dose de planejamento e pesquisa de mercado, além de muito empenho, são necessários para que o empresário tenha mais chances de superar o primeiro ano de existência da nova empresa.

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Caros aprendizes de Serviços Bancários.

Os temas que trabalhamos em nossos encontros sobre o assunto foram:

- Conceito de crédito

- Análise de Crédito

- Credit Scoring

É com base nestes conceitos que as Instituições Financeiras montaram suas políticas e sistemas de análise de risco de crédito e, com base nelas, atribuem notas aos clientes conforme análise que vocês tiveram oportunidade de exercitar em sala.

O material desses encontros pode ser baixado aqui.

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